Movida de
imaturidade, cometi sutis erros sem sentido. Ora, eles me fizeram
adquirir hoje, maturidade suficiente para encará-los de frente e ter a plena
certeza de que é errando que se aprende.
Aprende,
aprende sim. Aprende na marra, quebrando a cara mesmo. E não é melhor assim?
Claro, vendo os erros alheios também se tira alguma lição. E cometendo os
próprios erros, quanto mais se aprende? Sobretudo aprender com os próprios
erros pode redimir-nos deles.
Há quem
diga “se arrependimento matasse...”
Ele não mata, pelo contrário, ensina a viver. Não nego, é um processo doloroso
no caminho em busca da redenção. Mas é somente por meio do arrependimento
sincero que se obtém a liberdade absoluta.
Aldryne Tavares
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